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	<title>Yôga no Morumbi</title>
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	<description>3776-7092 - Rua Ivorá, 23 - Morumbi</description>
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		<title>Comemoração do Dia do Yôga 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 15:26:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Will</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já se inscreveu? As vagas já estão acabando. Corra e fale com o seu instrutor!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você já se inscreveu?<br />
As vagas já estão acabando. Corra e fale com o seu instrutor!</p>
<div></div>
<p><a href="http://www.yoganomorumbi.com.br/wp-content/uploads/2012/02/diadoyoga2012.jpg"><img class="wp-image-440 aligncenter" title="diadoyoga2012" src="http://www.yoganomorumbi.com.br/wp-content/uploads/2012/02/diadoyoga2012.jpg" alt="Dia do Yôga 2012" width="640" height="424" /></a></p>
<div><span class="caption" style="color: #808080; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px; text-align: left; background-color: #ffffff;"><br />
</span></div>
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		<title>A Respiração do Swásthya</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 14:03:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[O nome técnico da respiração do Yôga é pránáyáma. A palavra pránáyáma deriva de dois termos sânscritos: prána, que significa alento, força vital, respiração, energia, vitalidade; e ayáma, expressão que significa extensão, intensidade, propagação, dimensão. Pránáyáma, então, é o processo através do qual expande-se e intensifica-se o fluxo da energia no interior do corpo. Em outra acepção, esta palavra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.yoganomorumbi.com.br/arquivo/a-respiracao-do-swasthya/pranayama/" rel="attachment wp-att-403"><img class="alignright size-medium wp-image-403" title="Pránáyáma" src="http://www.yoganomorumbi.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Pránáyáma-300x294.jpg" alt="" width="300" height="294" /></a>O nome técnico da respiração do Yôga é <em>pránáyáma</em>. A palavra <em>pránáyáma</em> deriva de dois termos sânscritos: <em>prána</em>, que significa alento, força vital, respiração, energia, vitalidade; e ayáma, expressão que significa extensão, intensidade, propagação, dimensão. <em>Pránáyáma</em>, então, é o processo através do qual expande-se e intensifica-se o fluxo da energia no interior do corpo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em outra acepção, esta palavra estaria formada pelos vocábulos <em>prána</em>, designando a energia vital e <em>yáma</em>, que significa controle, domínio, retenção, pausa. Pode traduzir-se também como domínio, não no sentido de limitar a respiração, mas expandi-la, a fim de lograr juntamente com isto a elevação da consciência.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Pránáyáma</em> é a expansão da bioenergia através de respiratório. Uma vez que a respiração esteja perfeitamente regulada, poderemos facilmente controlar os processos conscientes, já que respiração, mente e emoções interagem mutuamente. A respiração é o único ato vital inconsciente que podemos ter acesso e controle de imediato. Através dela temos condições de mergulhar nas profundezas do nosso inconsciente e torná-lo consciente. Dessa forma abrimos o livro interno e ganhamos condições de ler os registros mais íntimos. Através deste autoconhecimento seguramos as rédeas da transformação e conduzimos nossa evolução.</p>
<p style="text-align: justify;">Em todos os textos de Yôga que chegaram até nós, o <em>prána</em> aparece sempre associado à força vital, energia e poder, porém, é preciso destacar que este tempo possui dois aspectos: cósmico e o individual.</p>
<p style="text-align: justify;">Todo o universo é composto em sua essência de <em>prána</em>. O átomo é a menor partícula da matéria e este é formado por energia. Então tudo o que existe é energia. Tudo o que existe é <em>prána</em>.<br />
O <em>prána</em> cósmico abrange todas as formas de energia existentes: a contida nas partículas atômicas e as forças elementais da Natureza (luz, calor, magnetismo, eletricidade, gravidade).</p>
<p style="text-align: justify;">No plano humano, <em>prána</em> é o substrato energético que forma o nosso corpo tangível, regulador de todas as funções orgânicas e físicas. O volume de prána que circula dentro do corpo determina o grau de vitalidade de cada indivíduo. Os órgãos de absorção do<em>prána</em> são: pele, língua, nariz e alvéolos. Extraímos essa bioenergia do sol, dos alimentos que ingerimos, da água que bebemos e do ar que respiramos. Ele circula no corpo pelas <em>nádis</em>, canais da fisiologia sutil.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode-se ver o <em>prána</em> facilmente em dias de sol e céu limpo. Deitado ou sentado ao ar livre, fixe o olhar no infinito, respire tranquilamente e mantenha a mente alerta. Poucos minutos depois você começará a ver minúsculos pontos de luz brilhantes e transparentes, que refletem o azul do céu. Utilize sempre esta imagem ao visualizar a absorção do prána. O ar que respiramos é ar material. Através do domínio desse ar material conseguimos controlar o <em>prána</em> ou ar sutil. É sobre essa relação entre o ar denso e o ar sutil que versa o <em>pránáyáma</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">O <em>prána</em> como energia manifestada biologicamente é um conceito essencial dentro do Yôga. Através do desenvolvimento e controle dessa força atingimos os estados de consciência relativos à unificação do ser, indispensáveis para alcançarmos o<em>samyama</em>, as etapas finais de meditação do Yôga.</p>
<p style="text-align: justify;">O domínio e a expansão do <em>prána</em> no corpo do praticante começam pela execução de determinados exercícios que consistem em dar à respiração um ritmo diferente daquele que caracteriza o estado de vigília, visando a fazer com que ela flua ora de forma lenta e profunda, ora acelerada e vigorosa, de acordo com o efeito desejado.</p>
<p style="text-align: justify;">A razão disto é que existe uma relação muito estreita entre ritmos respiratórios e estados de consciência. Esta afirmação vai muito além da simples comprovação de que, por exemplo, a respiração de uma pessoa que está fazendo um esforço para concentrar-se diminui o seu ritmo naturalmente, enquanto que alguém submetido a uma situação limite respira de forma superficial e agitada.</p>
<p style="text-align: justify;">Através do <em>pránáyáma</em>, prolongando cada vez mais a inspiração, a expiração e as retenções, o <em>yôgin</em>pode penetrar em todas as modalidades de consciência. O praticante (<em>sádhaka</em>), mantendo a continuidade da sua atenção, vivencia os estados próprios do sono e do sonho sem renunciar à sua lucidez e logra a concentração e a unificação dos seus pensamentos no quarto estado, o que lhe dará acesso à meditação contemplativa (<em>dhyána</em>) e, posteriormente, ao estado de hiperlucidez (<em>samádhi</em>). Porém, como veremos, o objetivo imediato do <em>pránáyáma</em> é bem mais despretensioso.</p>
<p style="text-align: justify;">Resumindo, podemos afirmar que o <em>pránáyáma</em> é a disciplina através da qual o praticante procura plasmar o próprio organismo com a totalidade das forças e poderes do universo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Texto extraído da Revista Yôga Review</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Meditação é parte do Yôga</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jun 2011 15:11:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Meditação (dhyána) é parte integrante do acervo de técnicas do Yôga. Sacar a meditação do seu contexto não é recomendável. Sem as demais técnicas do Yôga, tentar meditar pode ser prejudicial. A meditação surgiu dentro do Yôga, porém várias correntes filosóficas apoderaram-se somente dessa parte e desprezaram as outras que lhe dariam suporte. Resultado: (a) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-393" href="http://www.yoganomorumbi.com.br/arquivo/meditacao-e-parte-do-yoga/imagescaqf0ijf/"><img class="size-full wp-image-393 alignright" title="imagesCAQF0IJF" src="http://www.yoganomorumbi.com.br/wp-content/uploads/2011/06/imagesCAQF0IJF.jpg" alt="" width="225" height="225" /></a>Meditação (dhyána) é parte integrante do acervo de técnicas do Yôga. Sacar a meditação do seu contexto não é recomendável. Sem as demais técnicas do Yôga, tentar meditar pode ser prejudicial. A meditação surgiu dentro do Yôga, porém várias correntes filosóficas apoderaram-se somente dessa parte e desprezaram as outras que lhe dariam suporte. Resultado: (a) sem as demais técnicas torna-se bem mais difícil meditar; e (b) se conseguir meditar isso poderá ser mais prejudicial do que útil. Vamos tentar explicar de duas formas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Primeiro exemplo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Imagine uma pessoa que pratique esportes. Essa pessoa desenvolve toda a musculatura do corpo de forma equilibrada, ou quase. Mas o que ocorreria se um desportista resolvesse só exercitar braço e não pernas, nem tórax, nem abdômen, nem dorsais, e pior: só um braço? Praticaria rosca direta com cada vez mais peso só com o seu braço direito, para poder exibi-lo na praia. O resultado cultivaria um aleijão, com perninhas de periquito, barriguinha de chopp e um braço mais forte que o outro como um caranguejo patola ou uma vítima de elefantíase. Se não tivesse feito nenhum exercício físico poderia estar fora de forma, poderia ser magrela ou gorducho, mas sempre tenderia a uma certa harmonia dentro do seu biotipo. Não seria uma anomalia.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando alguém pratica só um anga, por exemplo, só meditação, ou só mantra, ou sóásana, etc., o resultado é o desequilíbrio como o do exemplo acima. Melhor seria não praticar nada, pois, nesse caso, a natureza manteria uma relativa harmonia de conjunto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Segundo exemplo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A meditação é o fenômeno produzido pelo funcionamento do ájña chakra, situado entre as sobrancelhas. Os chakras, como já estudamos anteriormente, são dinamizados pelo influxo da kundaliní. Logo, se o praticante não preparar seu sistema biológico para que a energia formidável da kundaliní ascenda gradualmente, chakra após chakra, até o ájña, a energia não conseguirá subir, o que equivale a dizer que o praticante não conseguirá meditar. Poderá iludir-se e pensar que está meditando, mas não estará. E se insistir muito, durante muito tempo, e acabar conseguindo atrair a energia para esse chakra, pior ainda. Pois a energia da kundaliní é física e deverá fluir medula espinhal acima, por dentro de meridianos de força que precisam estar perfeitamente desobstruídos, através de uma coluna vertebral flexível e mediante uma série de outros cuidados. Tal energia não poderá sair pelo lado de fora do corpo, por onde não existe a anatomia dos canais de vascularização pránica, e chegar ao ájña; ou aparecer nesse chakra por um toque de mágica.</p>
<p style="text-align: justify;">Se a insistência em fazer meditação criar uma sucção da kundaliní na região da cabeça e essa energia for forçada a subir sem que haja canais desobstruídos, ela o fará rompendo e queimando tudo o que encontrar pela frente. Poderá, ainda, romper algum duto e vazar, destruindo os tecidos dos órgãos adjacentes. Nesse caso, ocorreriam distúrbios no sistema nervoso e outros.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Do livro Meditação e Autoconhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Autor: <a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/">DeRose.</a></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
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		<title>A Função dos Mitos e Contos de Shiva</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jun 2011 15:01:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estamos cercados por mitologia mas… para que servem os mitos? Introdução à riquíssima mitologia hindu por meio do criador do Yôga – Shiva. Dezenas de estórias ancestrais que atravessaram séculos, milênios e chegaram até nós, sendo muitas vezes contadas à luz de fogo em meio às florestas, montanhas e riachos dos Himalayas, e que encerram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Estamos cercados por mitologia mas… para que servem os mitos? Introdução à riquíssima mitologia hindu por meio do criador do Yôga – Shiva. Dezenas de estórias ancestrais que atravessaram séculos, milênios e chegaram até nós, sendo muitas vezes contadas à luz de fogo em meio às florestas, montanhas e riachos dos Himalayas, e que encerram em suas entrelinhas um ensinamento bastante precioso.</p>
<p style="text-align: justify;">Curso teórico destinado a todos aqueles que gostam de mitologia.</p>
<p><a href="http://fabioeuk.org">Fábio Euksuzian</a></p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-9566" href="http://www.yoganomorumbi.com.br/?attachment_id=9566"><img class="alignleft" title="Cartaz Fábio" src="http://metododerosemorumbi.org/blog/wp-content/uploads/2011/06/Cartaz-Fábio.jpg" alt="" width="392" height="574" /></a></p>
<div><a rel="attachment wp-att-9567" href="http://www.yoganomorumbi.com.br/?attachment_id=9567"><img class="alignleft" title="Convite Berrini - Fábio" src="http://metododerosemorumbi.org/blog/wp-content/uploads/2011/06/Convite-Berrini-Fábio.jpg" alt="" width="673" height="301" /></a></div>
<div><a rel="attachment wp-att-9568" href="http://www.yoganomorumbi.com.br/?attachment_id=9568"><img class="alignleft" title="Noite de autgrafos Berrini" src="http://metododerosemorumbi.org/blog/wp-content/uploads/2011/06/Noite-de-autgrafos-Berrini.jpg" alt="" width="389" height="558" /></a></div>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
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		<title>Aulas e cursos no Morumbi</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 20:50:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Will</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Seja bem-vindo ao nosso site! Aqui, você encontrará informações úteis sobre aulas, cursos e eventos de Yôga no Morumbi. Prepare-se para descobrir porque o Yôga Antigo será tão importante em sua vida! Yôga é uma filosofia de vida que tem como meta o autoconhecimento. No método que utilizamos para conquistar a meta, dispomos de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Seja bem-vindo ao nosso site! Aqui, você encontrará informações úteis sobre aulas, cursos e eventos de Yôga no Morumbi. </strong><strong>Prepare-se para descobrir porque o Yôga Antigo será tão importante em sua vida!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Yôga é uma filosofia de vida que tem como meta o autoconhecimento. No método que utilizamos para conquistar a meta, dispomos de um conjunto de conceitos e técnicas que ensinam a administrar o stress, ganhar concentração, aprofundar a respiração, aumentando a vitalidade e a expectativa de vida. Nosso sistema proporciona uma melhor qualidade de vida e, consequentemente, mais produtividade no trabalho, nos estudos e nos esportes. Acessa a página: <a title="O que é o Yôga" href="http://www.yoganomorumbi.com.br/o-que-e-o-yoga/">O que é o Yôga?</a></p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><strong>Conheça a nossa escola</strong></p>
<p>Somos uma escola credenciada pela União Nacional de Yôga que ensina o <a title="Ao longo de 5000 anos…" href="http://www.yoganomorumbi.com.br/arquivo/ao-longo-de-5000-anos/">Yôga Antigo</a>.</p>
<p><a title="Veja onde praticar" href="http://www.metododerosemorumbi.org/escola/">Clique para conhecer mais sobre a nossa casa e sobre o Método que ensinamos.</a></p>
</div>
<div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nossas informações de contato e localização no Morumbi</strong></p>
<div>Uni-Yôga &#8211; Unidade Morumbi <img class="alignleft" title="Escola Morumbi" src="http://metododerosemorumbi.org/blog/wp-content/uploads/2010/11/fachada.jpg" alt="" width="173" height="115" /><br />
Rua Ivorá, 23</div>
<div>São Paulo &#8211; SP</div>
<div>11 3776-7092<br />
<a href="mailto:morumbi.sp@uni-yoga.org">morumbi.sp@uni-yoga.org</a></div>
</div>
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		<title>Ao longo de 5000 anos&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Jun 2011 18:21:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Will</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[capoeira]]></category>
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		<description><![CDATA[O Yôga tem 5000 anos de existência. Nesses cinco milênios, foi desvirtuado sucessivas vezes pelas invasões que a Índia sofreu. Façamos uma comparação. Estamos no século XXI da Era Cristã. Muito bem. Existe uma luta chamada Capoeira, que é legitimamente brasileira. Tem suas raízes em tradições africanas, porém nasceu no nosso país. Imaginemos que dentro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Yôga tem 5000 anos de existência. Nesses cinco milênios, foi desvirtuado sucessivas vezes pelas invasões que a Índia sofreu. Façamos uma comparação. Estamos no século XXI da Era Cristã. Muito bem. Existe uma luta chamada Capoeira, que é legitimamente brasileira. Tem suas raízes em tradições africanas, porém nasceu no nosso país. Imaginemos que dentro de alguns anos, a Amazônia será invadida por uma outra nação com o pretexto de ocupá-la para salvar tão precioso patrimônio da humanidade das mãos desses latino-americanos irresponsáveis que a estão destruindo.</p>
<p style="text-align: justify;">Tal como os drávidas que viviam na Índia há 5000 anos, os brasileiros não têm tradição guerreira. Já os invasores, esses sim, contabilizam uma história de guerras, conquistas e império, tal como os sub-bárbaros arianos que invadiram a Índia a 1500 a.C. e cometeram o primeiro grande desnaturamento do Yôga.</p>
<p style="text-align: justify;">Como ocorreu com o Império Romano, que ia incorporando outras culturas (ao absorver do Lácio o latim, da Grécia a arquitetura, escultura, mitologia etc.), esse novo império absorve a Capoeira. Em pouco tempo, digamos, um século, classificam-na como dança (“<em>afinal, eles não dançam?</em>”). E a reestruturam, pois isso de bater atabaques e tocar um instrumento de cordas com uma corda só é muito primitivo. Eliminam os tambores e substituem o berimbau pela guitarra eletrobioplásmica, com acompanhamento de “sincretizador” (que substituirá o computador, aquela máquina primitiva que vivia “dando pau” e pegando vírus).</p>
<p style="text-align: justify;">Passam-se mil anos. Lá pelo ano 3000 da era Cristã, ocorre outra invasão. O Brasil é ocupado por uma terceira etnia e novos Mestres de Capoeira introduzem uma codificação que a define como religião (“<em>a</em><em>final, eles não se benzem antes de jogar?</em>”). Uma dança religiosa, uma dança ritual. Surgem mosteiros, templos e igrejas do culto Capoeirista. Essa vertente passa a ser conhecida como Capoeira Clássica.</p>
<p style="text-align: justify;">Passado mais um milênio, e em torno do ano 4000, já não se fala a mesma língua, nem habita neste território o mesmo povo. Surpreendentemente, a Capoeira sobreviveu e tem mesmo um sólido sistema cultural que a preserva. Só que agora, após alguns concílios, decidiram que Capoeira é uma terapia. Passa a ser uma dança espiritual terapêutica.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais um milênio se passa. Estamos lá pelo ano 5000 d.C. Ninguém mais se lembra das suas origens. Criam mitologias. Surgem versões negando que a Capoeira tenha surgido em uma nação mítica chamada Brasil, a qual teria existido há tanto tempo que caiu no esquecimento. Alguns eruditos defendem que a Capoeira teria sido criada pelos negros escravos, mas a etnia então dominante nega-o peremptoriamente, e ameaça de punição quem se atrever a insistir nessa invencionice subversiva. A Capoeira é institucionalizada como uma prática para a terceira idade. Torna-se uma dança espiritual terapêutica para idosos.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros mil anos são transcorridos. Estamos agora no ano 6000 da Era Cristã. Todas as evidências de uma civilização latino-americana desapareceram, apagadas intencionalmente pelos cientistas e religiosos desse novo período histórico. A opinião pública de então, decide que Capoeira é para mulheres, que é ótima para TPM, gestação, rugas, celulite, varizes e que rejuvenesce. A Capoeira passa a ser classificada como uma dança espiritual, terapêutica, para idosos e para mulheres. Quem afirmar que a Capoeira legítima é uma luta, destinada a pessoas jovens e saudáveis, passa a ser acusado de discriminar os enfermos, os idosos e as mulheres; é acusado de ser polêmico; torna-se perseguido e severamente castigado com a difamação, exclusão, execração e ameaças de morte.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, no caso da Capoeira, nós só abordamos 4000 anos de deturpações, do ano 2000 ao ano 6000 d.C. No caso do Yôga precisamos computar mais um milênio de distorções, já que essa filosofia conta com cinco mil anos de existência.</p>
<p style="text-align: justify;">Oh! Céus! Eu disse filosofia? Foi sem querer. Juro. Eu quis dizer uma terapia mística para enfermos, mulheres e idosos.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/ao-longo-de-5000-anos-muita-deturpacao-pode-acontecer/">http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/ao-longo-de-5000-anos-muita-deturpacao-pode-acontecer/</a></p>
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		<title>Vásaná &#8211; a força dos condicionamentos</title>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 19:52:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Will</dc:creator>
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		<category><![CDATA[condicionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Joris Marengo]]></category>
		<category><![CDATA[Método DeRose]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia 2 de junho às 21 horas teremos um treinamento que é a oportunidade de compreendermos a ação dos atos inconscientes e da estrutura psico-corporal que constitui os registros inconscientes, o samskára, e desatá-los.  A história se repete. Os anos sessenta foram palco de uma revolução cultural que mudou para sempre a face da civilização [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dia 2 de junho às 21 horas teremos um treinamento que é a oportunidade de compreendermos a ação dos atos inconscientes e da estrutura psico-corporal que constitui os registros inconscientes, o samskára, e desatá-los. <img class="alignright" src="http://metododerosemorumbi.org/blog/wp-content/uploads/2011/05/maos-acorrentadas.jpg" alt="" width="200" height="261" /></p>
<p style="text-align: justify;">A história se repete. Os anos sessenta foram palco de uma revolução cultural que mudou para sempre a face da civilização ocidental.</p>
<p style="text-align: justify;">A década anterior foi marcada por muita repressão e valores morais rígidos. Isto acabou gerando uma enorme panela de pressão que explodiu no período posterior. Foi uma verdadeira catarse coletiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Foram anos efervescentes. Foi o período da mini-saia, da revolução sexual, da emancipação feminina, das drogas, dos Beatles, das viagens à Índia, da descoberta do Yôga pelo ocidente, de Woodstock, Timothy Leary, Greateful Dead e tantas outras manifestações maravilhosas de saudável rebeldia.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, o desejo de liberdade que permeou o movimento hippie, apesar de deixar mudanças profundas na nossa cultura, não conseguiu transformar os indivíduos.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de vivermos, hoje, uma sociedade mais tolerante do que a de 40 anos atrás, continuamos manipulados pelo inconsciente. Repetimos permanentemente atos condicionados, os vasanás, reforçando o registro inconsciente, o samskára. Como resultante do conflito entre os condicionamentos e a aspiração pelo estado incondicionado, criou-se uma sociedade totalmente voltada à procura gratuita e compulsiva de experiências prazerosas condicionadas. A esta forma de comportamento, denominamos, ilusoriamente, de liberdade!</p>
<p style="text-align: justify;">A proposta desse curso é mostrar como o MétodoDeRose nos traz uma luz, oferecendo a oportunidade de compreendermos a ação dos atos inconscientes e da estrutura psico-corporal que constitui os registros inconscientes, o samskára, e desatá-los.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Teoria</strong></p>
<p style="text-align: justify;">• Fuga da dor x busca do prazer<br />
• Samskára e vasanás<br />
• Repressão<br />
• O medo da solidão<br />
• Os efeitos colaterais da repressão<br />
• Samskára e contração muscular<br />
• O medo: o disciplinador<br />
• A contenção do prazer<br />
• O preço da repressão<br />
• Método DeRose, a via perfeita.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vivências</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Ásana</li>
<li>Pránáyáma: a dissolução do medo</li>
<li>O poder do desejo</li>
<li>Pújá: ao mestre com carinho</li>
<li>Liberdade! Liberdade!</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ministrante: </strong><a title="Prof. Jóris Marengo" href="http://www.yoganomorumbi.com.br/arquivo/jojo/">Prof. Jóris Marengo</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Data:</strong> 2/6/2011 às 21h</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Investimento: </strong>R$135</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Local: </strong>Hotel Trip Tatuapé</p>
<p style="text-align: justify;">Rua Serra de Juréia, 352 - Jd Anália Franco</p>
<p style="text-align: justify;">Tel.: 2675-0878</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Inscrições: </strong>Método DeRose Morumbi - Tel.: 3776-7092</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="mailto:morumbi.sp@metododerose.org">morumbi.sp@metododerose.org</a></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Consome-dor</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2011 14:29:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Will</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Visitando o site do meu amigo Ricado Mallet achei um artigo bem interessante. Veja mais tambem em www.ricardomallet.com &#160; Quem trabalha com atendimento ao público certamente sente na pele (e nos nervos) o quão difícil é agradar o cliente. As expectativas do consumidor atual são um saco sem fundo de onde saem as mais variadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; text-align: justify; padding: 0px;">Visitando o site do meu amigo Ricado Mallet achei um artigo bem interessante.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; text-align: justify; padding: 0px;">Veja mais tambem em www.ricardomallet.com</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; text-align: justify; padding: 0px;">&nbsp;</p>
<blockquote>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; text-align: justify; padding: 0px;">Quem trabalha com atendimento ao público certamente sente na pele (e nos nervos) o quão difícil é agradar o cliente. As expectativas do consumidor atual são um saco sem fundo de onde saem as mais variadas exigências, deixando, muitas vezes, o fornecedor de mãos atadas.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; text-align: justify; padding: 0px;">O fato é que está proliferando uma classe de consumidores que não se satisfaz apenas consumindo o seu produto, serviço ou marca. Esta classe também quer consumir a sua paciência, a sua dignidade, a sua saúde e o seu tempo. Numa palavra: o que eles querem consumir é a sua própria vida!</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; text-align: justify; padding: 0px;">O “consome-dor”, designação que passei a utilizar para esta classe de clientes, é aquele que sente tanto ou mais prazer em gerar sofrimento no fornecedor quanto em adquirir o produto ou serviço em si. Trata-se de um tipo de sadismo astuto pois ele paga uma quantia e recebe dois produtos: o bem (de consumo) e o mal (do fornecedor).</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; text-align: justify; padding: 0px;">Analisando as possíveis causas deste comportamento, minha hipótese aponta para a teoria do vazio existencial. Infelizmente, há algumas décadas estamos sendo condicionados para o consumo compulsivo na busca por completude existencial. Certamente, algumas de nossas necessidades mais básicas serão supridas pelos produtos, serviços e marcas disponíveis no mercado. Porém, a partir de um certo nível nossas necessidades não poderão mais ser supridas pelo consumo. Este patamar é o da auto-realização e só é conquistado pelo autoconhecimento. Como autoconhecimento não se compra, na falta deste, tentamos em vão preencher o vazio de significado adquirindo outras coisas. Frustradas pelo insucesso, algumas pessoas partem para a ignorância (de onde nunca saíram) e passam a descarregar sua angústia naquele que o serve. Assim, nasce o consome-dor: uma pessoa que está tentando desesperadamente ser feliz, mas como não consegue, contenta-se em promover e assistir a infelicidade alheia.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; text-align: justify; padding: 0px;">Portanto, quando se deparar com um consome-dor novamente, não se sinta frustrado ou impotente. Apenas atenda-o bem. E compreenda que o que ele realmente precisa você não tem para vender.</p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Código de ética do Yôgin</title>
		<link>http://www.yoganomorumbi.com.br/arquivo/codigo-de-etica-do-yogin/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2011 14:09:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Will</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Elaborado pelo Mestre DeRose, inspirado no Yôga Sútra de Pátañjali. Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi. I. AHIMSÁ * A primeira norma ética milenar do Yôga é o ahimsá, a não-agressão. Deve ser entendido lato sensu; * O ser humano não deve agredir gratuitamente outro ser humano, nem os animais, nem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; line-height: 16px; font: normal normal normal 11px/normal Verdana; color: #383431; text-align: justify;"><span style="letter-spacing: 0.0px;">Elaborado pelo Mestre DeRose, inspirado no <strong>Yôga Sútra de Pátañjali.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>I. AHIMSÁ</strong></p>
<p style="text-align: justify;">* A primeira norma ética milenar do Yôga é o ahimsá, a não-agressão. Deve ser entendido lato sensu;<br />
* O ser humano não deve agredir gratuitamente outro ser humano, nem os animais, nem a natureza em geral;<br />
* Não deve agredir fisicamente, nem por palavras, atitudes ou pensamentos;<br />
* Permitir que se perpetre uma agressão, podendo impedi-la e não o fazendo, é acumpliciar-se no mesmo ato;<br />
* Derramar o sangue dos animais ou infringir-lhes sofrimento para alimentar-se de suas carnes mortas constitui barbárie indigna de uma pessoa sensível;<br />
* Ouvir uma acusação ou difamação e não advogar em defesa do acusado indefeso por ausência constitui confissão de conivência;<br />
* Mais grave é a agressão por palavras, atitudes ou pensamentos cometida contra um outro praticante de Yôga;<br />
* Inescusável é dirigir tal conduta contra um professor de Yôga;<br />
* Sumamente condenável seria se um procedimento hostil fosse perpetrado por um professor contra um de seus pares.</p>
<p style="text-align: justify;">Preceito moderador: A observância de ahimsá não deve induzir à passividade. O yôgin não pode ser passivo. Deve defender energicamente os seus direitos e aquilo em que acredita.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>II. SATYA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">* A segunda norma ética do Yôga é satya, a verdade;<br />
* O yôgin não deve fazer uso da inverdade, seja ela na forma de mentira, seja na forma de equívoco ou distorção na interpretação de um fato, seja na de omissão perante uma dessas duas circunstâncias;<br />
* Conseqüentemente, ouvir boatos e deixar que sejam divulgados é tão grave quanto passá-los adiante;<br />
* O boato mais grave é aquele que foi gerado com boa-fé, por falta de atenção à fidelidade do fato comentado, já que uma inverdade dita sem más intenções tem mais credibilidade;<br />
* Emitir comentários sem o respaldo da verdade, sobre fatos ou pessoas, expressa inobservância à norma ética;<br />
* Praticar ou transmitir uma versão inautêntica de Yôga constitui exercício da inverdade;<br />
* Exercer o ofício de instrutor de Yôga sem ter formação específica, sem habilitação mediante avaliação de autoridade competente ou sem a autorização do seu Mestre, constitui ato ilegítimo.</p>
<p style="text-align: justify;">Preceito moderador: A observância de satya não deve induzir à falta de tato ou de caridade, sob o pretexto de ter que dizer sempre a verdade. Há muitas formas de expressar a verdade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>III. ASTÊYA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">* A terceira norma ética do Yôga é astêya, não roubar;<br />
* O yôgin não deve se apropriar de objetos, idéias, créditos ou méritos que sejam devidos a outrem;<br />
* É patente que, ao fazer uso em aulas, em entrevistas a órgãos de comunicação e em textos escritos ou gravados de frases, definições, conceitos, métodos ou símbolos de outro professor, seu autor seja sempre honrado através de citação e/ou direito autoral, conforme o caso;<br />
* Desonesto é prometer efeitos que o Yôga não pode proporcionar, bem como acenar com benefícios exagerados, irreais ou mirabolantes e, mormente, curas de qualquer natureza: física, psíquica ou espiritual;<br />
* Um professor de Yôga não deve roubar alunos de outro professor;<br />
* Em decorrência disso, será antiético um professor instalar-se para dar aulas nas proximidades de outro profissional da mesma linha de trabalho sem consultá-lo previamente;<br />
* Considera-se desonesto o professor cobrar preços vis, pois, além de desvalorizar a profissão, estará roubando o sustento aos demais professores que dedicam-se exclusivamente ao Yôga e precisam viver com dignidade e sustentar suas famílias como qualquer outro ser humano;<br />
* Tal procedimento estaria, ademais, roubando da Humanidade o patrimônio cultural do Yôga, já que só poderia ministrá-lo a preços ignóbeis quem tivesse uma outra forma de sustento e, portanto, não se dedicasse a tempo integral ao estudo e auto-aprimoramento nessa filosofia de vida, o que culminaria numa gradual perda de qualidade até sua extinção total.</p>
<p style="text-align: justify;">Preceito moderador: A observância de astêya não deve induzir à recusa da prosperidade quando ela representar melhor qualidade de vida, saúde e cultura para o indivíduo e sua família. Contudo, a opulência é um roubo tácito.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>IV. BRAHMÁCHARYA</strong></p>
<p>* A quarta norma ética do Yôga é brahmácharya, a não-dissipação da sexualidade;<br />
* Esta norma recomenda total abstinência de sexo aos adeptos do Yôga Clássico e de todas as correntes não-tântricas;<br />
* O yama brahmácharya não obriga o celibato nem a abstinência do sexo para os yôgins que seguirem a linha tântrica;<br />
* A sexualidade se dissipa pela prática excessiva de sexo com orgasmo;<br />
* O yôgin ou yôginí que tiver conquistado progressos em sua qualidade de energia mediante as práticas e a observância destas normas, deverá preservar sua evolução, evitando relações sexuais com pessoas que não se dediquem ao mesmo ideal de saúde e purificação.</p>
<p>Preceito moderador: A observância de brahmácharya não deve induzir ao moralismo, puritanismo, nem ao distanciamento ou à falta de afeto entre as pessoas, nem como pretexto para furtar-se ao contato íntimo com seu parceiro ou parceira conjugal.</p>
<p><strong>V. APARIGRAHA</strong></p>
<p>* A quinta norma ética do Yôga é aparigraha, a não-possessividade;<br />
* O yôgin não deve ser apegado aos seus bens e, ainda menos, aos dos demais;<br />
* Muitos dos que se &#8220;desapegam&#8221; estão apegados ao desejo de desapegar-se;<br />
* O verdadeiro desapego é aquele que renuncia à posse dos entes queridos, tais como familiares, amigos e, principalmente, cônjuges;<br />
* Os ciúmes e a inveja são manifestações censuráveis do desejo de posse de pessoas e de objetos ou realizações pertinentes a outros.</p>
<p>Preceito moderador: A observância de aparigraha não deve induzir à displicência para com as propriedades confiadas à nossa guarda, nem à falta de zelo para com as pessoas que queremos bem.</p>
<p><strong>VI. SAUCHAN</strong></p>
<p>* A sexta norma ética do Yôga é sauchan, a limpeza;<br />
* O yôgin deve ser purificado tanto externa quanto internamente;<br />
* O banho diário, a higiene da boca e dos dentes, e outras formas comuns de limpeza não são suficientes. Corporalmente, é necessário proceder à purificação dos órgãos internos e das mucosas, mediante as técnicas do Yôga;<br />
* De pouca valia é lavar o corpo por fora e por dentro se a pessoa ingere alimentos com elevadas taxas de toxinas e impurezas tais como as carnes de animais mortos que entram em processo de decomposição logo depois da morte;<br />
* Da mesma forma, cumpre que o yôgin não faça uso de substâncias intoxicantes, que gerem dependência explícita ou que alterem o estado da consciência, ainda que tais substâncias sejam naturais;<br />
* Aquele que só trata da higiene física não está cumprindo sauchan. Esta recomendação só está satisfatoriamente interpretada quando se exerce a prática da limpeza interior. Ser limpo psíquica e mentalmente constitui requisito imprescindível;<br />
* Ser limpo interiormente compreende não alimentar seu psiquismo com imagens, idéias, emoções ou pensamentos intoxicantes, tais como tristeza, impaciência, irritabilidade, ódio, ciúmes, inveja, cobiça, derrotismo e outros sentimentos inferiores;<br />
* Finalmente, esta norma atinge sua plenitude quando a limpeza do yôgin reflete-se no meio ambiente, cujas manifestações mais próximas são sua casa e seu local de trabalho.</p>
<p>Preceito moderador: A observância de sauchan não deve induzir à intolerância contra aqueles que não compreendem a higiene de forma tão abrangente.</p>
<p><strong>VII. SANTÔSHA</strong></p>
<p>* A sétima norma ética do Yôga é santôsha, o contentamento;<br />
* O yôgin deve cultivar a arte de extrair contentamento de todas as situações;<br />
* O contentamento e sua antítese, o descontentamento, são independentes das circunstâncias geradoras. Surgem, crescem e cingem o indivíduo apenas devido à existência do gérmen desses sentimentos no âmago da personalidade;<br />
* O instrutor de Yôga deve manifestar constante contentamento em relação aos seus colegas e expressar isso através da solidariedade e apoio recíproco;<br />
* Discípulo é aquele que cultiva a arte de estar contente com o Mestre que escolheu.</p>
<p>Preceito moderador: A observância de santôsha não deve induzir à acomodação daqueles que usam o pretexto do contentamento para não se aperfeiçoar.</p>
<p><strong>VIII. TAPAS</strong></p>
<p>* A oitava norma ética do Yôga é tapas, auto-superação;<br />
* O yôgin deve observar constante esforço sobre si mesmo em todos os momentos;<br />
* Esse esforço de auto-superação consiste numa atenção constante no sentido de fazer-se melhor a cada dia e aplica-se a todas as circunstâncias;<br />
* O cultivo da humildade e o da polidez constituem demonstração de tapas;<br />
* Manter a disciplina da prática diária de Yôga é uma manifestação desta norma. Preservar-se de uma alimentação incompatível com o Yôga faz parte do tapas. Conter o impulso de expressar comentários maldosos sobre terceiros também é compreendido como correta interpretação desta observância.<br />
* A seriedade de não mesclar com o Yôga sistemas, artes ou filosofias que o conhecimento do seu Mestre desaconselhar, é tapas;<br />
* A austeridade de manter fidelidade e lealdade ao seu Mestre constitui a mais nobre expressão de tapas;<br />
* Tapas é, ainda, a disciplina que respalda o cumprimento das demais normas éticas.</p>
<p>Preceito moderador: A observância de tapas não deve induzir ao fanatismo nem à repressão e, muito menos, a qualquer tipo de mortificação.</p>
<p><strong>IX. SWÁDHYÁYA</strong></p>
<p>* A nona norma ética do Yôga é swádhyáya, o auto-estudo;<br />
* O yôgin deve buscar o autoconhecimento mediante a observação de si mesmo;<br />
* Esse auto-estudo também pode ser obtido através da concentração e meditação. Será auxiliado pela leitura de obras indicadas e, na mesma proporção, obstado por livros não recomendados pelo orientador competente;<br />
* O convívio com o Mestre é o maior estímulo ao swádhyáya;<br />
* O auto-estudo deve ser praticado ainda mediante a sociabilidade, o alargamento do círculo de amizades e o aprofundamento do companheirismo.</p>
<p>Preceito moderador: A observância de swádhyáya não deve induzir à alienação do mundo exterior nem à adoção de atitudes que possam levar a comportamentos<br />
estranhos ou que denotem desajustes da personalidade.</p>
<p><strong>X. ÍSHWARA PRANIDHÁNA</strong></p>
<p>* A décima norma ética do Yôga é íshwara pranidhána, a auto-entrega;<br />
* O yôgin deve estar sempre interiormente seguro e confiante em que a vida segue o seu curso, obedecendo a leis naturais e que todo esforço para a auto-superação deve ser conquistado sem ansiedade;<br />
* Durante o empenho da vontade e da dedicação a uma empreitada, a tensão da expectativa deve ser neutralizada pela prática do íshwara pranidhána;<br />
* Quando a consciência está tranqüila por ter tentado tudo e ainda assim não se haver conseguido o resultado ideal; quando a pessoa está literalmente impossibilitada de obter melhores conseqüências, esse é o momento de entregar o fruto das suas ações a uma vontade maior que a sua, cujos desígnios muitas vezes são incompreensíveis.</p>
<p>Preceito moderador: A observância de íshwara pranidhána não deve induzir ao fatalismo nem à displicência.</p>
<p><strong>Conclusão</strong><br />
O amor e a tolerância são pérolas que enriquecem os mandamentos da nossa ética.<br />
Que este Código não seja causador de desunião.<br />
Não seja ele usado para fins de patrulhamento ideológico, discriminação, manipulação nem perseguição.<br />
Nenhuma penalidade seja imposta por nenhum grupo aos eventuais descumpridores destas normas.<br />
A eles lhes bastará a desventura de não usufruir do privilégio de vivenciá-las.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Coreografias</title>
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		<pubDate>Sat, 14 May 2011 19:04:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[As coreografias abaixo foram gravadas no evento comemorativo aos 50 anos de magistério do educador DeRose e do Dia do Yôga no Citibank Hall em São Paulo. Diretor da Unidade Asa Norte de Brasília, Instrutor Daniel Suassuna Instrutora Virgínia Barbosa da Unidade Jardins em São Paulo Quer ver mais? Clique aqui]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As coreografias abaixo foram gravadas no evento comemorativo aos 50 anos de magistério do educador DeRose e do Dia do Yôga no Citibank Hall em São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">Diretor da Unidade Asa Norte de Brasília, Instrutor Daniel Suassuna</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="360" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/Y5KKFpgj6sM&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="360" src="http://www.youtube-nocookie.com/v/Y5KKFpgj6sM&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Instrutora Virgínia Barbosa da Unidade Jardins em São Paulo</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="360" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/7VqyataaStI&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="360" src="http://www.youtube-nocookie.com/v/7VqyataaStI&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Quer ver mais?</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/results?search_query=coreografia+metodo+derose&amp;aq=f">Clique aqui</a></p>
]]></content:encoded>
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